Em seu livro O Eros e a Civilização de Hebert Marcuse é afirmado que o sacrifício metódico da libido, a sua sujeição rigidamente imposta às atividades e expressões socialmente úteis, é cultura. E com ela ocorreu o progresso da civilização.
A livre gratificação das necessidades instintivas do homem é incompatível com a sociedade civilizada: renúncia e dilação na satisfação constituem pré-requisitos do progresso.
Controlar seus instintos e agir como uma pessoa civilizada, chamado pelos liberais de retrogrado, é que permitiu o progresso.
Um conservador é uma pessoa que admira a ordem e é um amante do conhecimento. Já os liberais são admiradores do hedonismo que se dedicam pouco ao conhecimento e mais aos seus fúteis prazeres.
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