O Trecho a seguir foi retirado do livro Da guerra de Clausewitz, livro 1, cap. 2
"Vinculado ao planejamento de uma campanha, procuraremos observar com mais cuidado o que significa o desarmamento de uma nação, mas, primeiramente, precisamos enfatizar uma diferença entre três fatores que, assim como três objetivos gerais, abrangem tudo o mais. São eles: o poderio militar, o país e a vontade do inimigo.
O poderio militar precisa ser devastado, ou seja, subjugado de tal forma que o deixe impossibilitado de prosseguir a guerra. A partir disso, será sob este enfoque que desejamos seja compreendida a expressão destruição do poderio militar do inimigo.
O país precisa ser dominado, pois fora dele pode ser formada uma nova força militar.
(...)
Considerando-se que o objetivo primordial da existência da força militar é a proteção do país, a primeira ação deveria ser a destruição dessa força e depois a dominação do país. Pelo alcance desses dois resultados, assim como pela sua posição de dominado, o inimigo seria obrigado a fazer a paz. Em geral, a devastação do poderio inimigo é realizada por etapas e também, desse mesmo modo, logo se desenrola a conquista do país. Destruição das forças e conquista do país, ambos os acontecimentos sofrem influência mútua, porque a perda de territórios provoca a queda de força militar. Contudo, esta ordem de fatores não é, de modo algum, necessária e, por isso, nem sempre acontece. Antes de enfraquecer, o exército do inimigo pode bater em retirada para o lado oposto do país, ou mesmo sair do seu território. Nesse caso, a conquista do país estará quase completa. "
-------------------------------------------------------------------
Traduzindo da linguagem bélica o livro de Clausewitz para a linguagem politica, podemos notar que existe um trio no movimento gay. A militância gay, o país e a vontade de ganhar das aberrações. A medida que a militãncia gay toma o espaço nacionalmente, o poderio politico deles aumenta.
A militância deve ser firmemente combatida e a deixar sem nenhum apoio local e cortar-lhes o espaço nacionalmente. A militância gay garante a propagação desse meio de vida degenerado pelo país e garante os interesses deles., mas a medida que que a militânciagay vai sendo combatida e derrotada, eles perdem espaço e a medida que eles perdem espaço, o poderio politico deles diminui. O combate a militãncia gay e sua destruição politica e sua perda de espaço sofrem influência mútua.
sábado, 27 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
MARXISMO CLÁSSICO VERSUS MARXISMO CULTURAL
Texto baseado numa transcrição da palestra do Pe. Paulo Ricardo (A transcrição não foi revisada pelo autor.)
O marxismo cultural faz questão de não ser identificado com o marxismo clássico.
O marxismo cultural não apenas é uma cultura anti-cristã, como também tenta ludibriar as pessoas fazendo passar idéias anti-cristãs como cristãs. Por exemplo, a idéia de paz mundial sem Cristo, simbolizada pelo logotipo da cruz invertida e com os braços quebrados.
A democracia precisa de uma base moral, de respeito mútuo onde possam conviver juntos a esquerda e a direita. Mas devido ao marxismo cultural, as coisas mudaram de tal maneira que o que antes era esquerda, virou centro; o que antes era a ultra-esquerda, virou a esquerda atual; e o que era direita, praticamente desapareceu do cenário político.
O manifesto comunista de Marx convocava os trabalhadores proletários de todo o mundo para que se unissem e se revoltassem contra os grandes proprietários. Sob esse perspectiva, Marx previa um grande conflito em toda a Europa em que os "trabalhadores oprimidos" atacariam os "patrões opressores" segundo os interesses de sua classe econômica.
Contudo, o conflito ocorreu mas não como fora previsto pelos marxistas. A Primeira Grande Guerra começou em 1914 e durou até 1919. O Kaiser alemão dizia "não há mais partidos, somos todos alemães" e trabalhadores se voltaram contra trabalhadores de outros países, cada um defendendo os "interesses de seus patrões".
Em 1917, a revolução bolchevique deu uma esperança aos marxistas, embora todas as outras tentativas de revolução comunista fracassaram.
Em 1919, a revolução Espartacista em Berlin, com Karl Liebknecht, Rosa Luxemburgo, Spartacus, fracassou.
Também em 1919, houve o governo do Soviete de Munich, cujo governo provisório não conseguiu atrair o apoio dos trabalhadores.
Na Hungria, o governo provisório de Bela Kun, do qual participava o filósofo Georg Lucács, também fracassou.
Na Itália houve a revolta sindicalista em Turim, que também fracassou.
Esses fracassos consistiram num grande problema teórico para o marxismo: por que a realidade não segue a teoria? Um cérebro normal rejeitaria a teoria se ela não é compatível com a realidade, mas o cérebro marxista não é normal: se a realidade não confirma a teoria, pior para a realidade!
Antonio Gramsci e Georg Lukács concluíram que teria sido a cultura ocidental que "alienara os proletários e os prevenia de lutarem contra os interesses das outras classes". A Rússia não era "ocidental" o suficiente e, na conclusão deles, por isso a revolução tinha dado certo lá.
A cultura ocidental é sustentada em 3 colunas: o direito romano, a filosofia grega e a moral judaico-cristã.
Para implantar o socialismo no Ocidente, eles concluíram que era preciso acabar com a moral judaico-cristã. Por isso é que o novo marxismo, o marxismo cultural, tem como objetivo destruir a moral judaico-cristã.
No entanto, isto criou um cisma no marxismo. No Ocidente, começou-se a lutar por uma outra espécie de marxismo diferente do marxismo ortodoxo que era praticado no Oriente, por trás da Cortina de Ferro.
O MARXISMO CULTURAL
Maurice Merleau-Ponty, um filósofo francês, cunhou a expressão "marxismo ocidental" para designar esse outro marxismo heterodoxo e herético aos olhos dos comunistas russos. Stalin odiava os comunistas do Ocidente por não aceitarem as ordens de Moscow apesar de também serem marxistas.
Vários filósofos e escritores famosos no Ocidente pertenceram a esse marxismo ocidental. Ernst Bloch (importante influência na revolução estudantil européia), Walter Benjamin, Jean Paul Sartre, Louis Althusser, Jürgen Habermas (que uma vez debateu com o então cardeal Ratzinger).
Em 1923, na Alemanha, foi realizada a Semana de Trabalho Marxista. Filósofos marxistas se reuniram para debater a crise da teoria marxista (por que a realidade não estava seguindo a teoria?) que vinha desde 1919. Nesse encontro, se destacaram Felix Weil e Georg Lukács. Felix Weil vinha de uma família rica e gastou o dinheiro do pai criando e sustentando financeiramente o Instituto Para a Pesquisa Social em Frankfurt em 1924: a famosa Escola de Frankfurt.
Esse grupo tinha como intenção inicial usar o nome "Instituto Marx-Engels", espelhando o instituto de mesmo nome em Moscow, mas decidiram que no Ocidente eles teriam maior vantagem em não se identificar como marxistas. Esse instituto editou o primeiro volume da Edição Geral das Obras de Marx e Engels (MEGA - Marx-Engels-Gesamtausgabe) simultaneamente ao instituto de Moscow.
Esses jovens ricos estudavam a sociedade alemã para descobrir como funcionava o pensamento ocidental e descobrir como destruí-lo. Com a ascenção de Hitler ao poder e sua perseguição aos judeus e aos marxistas, eles fugiram para os Estados Unidos.
Uma das principais características dos marxistas culturais é que eles não querem saber de luta armada, mas querem ocupar espaços para pregar suas doutrinas em universidades, na mídia, nas igrejas ou em qualquer lugar onde haja discurso.
Vários destes pensadores, sem se identificarem como marxistas, se infiltraram e conseguiram lecionar em universidades americanas. Deles, merecem destaque Teodor Adorno, Herbert Marcuse e Max Horkheimer, que foram lecionar na Universidade de Columbia, em Nova York. Horkheimer e Adorno voltaram à Europa depois do fim da Segunda Guerra Mundial e fizeram muitos discípulos. Marcuse trabalhou para a CIA (então chamada de OSS) em projetos de propaganda anti-nazista e depois mudou-se para a Califórnia. Na época em que explodiu a revolução estudantil de 1968, ele lecionava na Universidade de San Diego.
Marcuse influenciou enormemente a cultura do Ocidente, mudando o pensamento marxista ocidental para uma espécie de casamento intelectual entre Marx e Freud. Os marxistas queriam uma revolução e para isso precisavam de gente revoltada. A revolta dos trabalhadores, explorada pelo marxismo clássico, era comprovadamente insuficiente. Era preciso encontrar mais gente revoltada. Marcuse descobriu a juventude e as pessoas reprimidas sexualmente.
O discurso então se tornou: "a sociedade capitalista" - isto é, ocidental - "é uma sociedade repressora. Ela oprime as pessoas, reprimindo-as sexualmente. Você não pode exercer sua sexualidade livremente. Revolte-se!" Eles queriam acabar com a moral cristã mas não confessavam suas intenções.
A pregação marxista passou a defender a liberação da sexualidade, aborto, homossexualismo e divórcio, chamando o casamento monogâmico de "moral burguesa" (codinome para moral cristã).
Erich Fromm, Cornelius Castoriadis (teve papel na revolução estudantil em Paris), Michel Foucault (uma das primeiras vítimas da AIDS por ser drogado e homossexual bastante promíscuo) e Herbert Marcuse foram as maiores influências nas universidades. Quando a revolução estudantil de 1968 eclodiu, Marcuse, Foucault, Castoriadis e outros estavam em Paris insuflando os estudantes.
Em Hollywood, os marxistas também trabalhavam para acabar com a "moral burguesa". Vinte e poucos deles foram denunciados pelo senador Joseph McCarthy mas ele acabou sendo vítima do patrulhamento ideológico.
Depois da queda do muro de Berlin, o Código Venona foi descoberto nos arquivos da KGB e foi revelado que haviam não apenas vinte, mas mais de cem marxistas trabalhando em Hollywood sob ordens da KGB. O livro "Venona Code" explica esses fatos históricos em detalhes.
Em 1955, Marcuse escreveu "Eros e Civilização", livro muito divulgado nas universidades e que se tornou a "bíblia" da revolução Hippie. Segundo seu discurso, a sociedade capitalista gera a guerra e a repressão sexual, portanto, "faça amor, não faça guerra".
"Paz e amor, bicho!" Para ter coragem de des-reprimir, os jovens, que ainda foram criados em famílias cristãs, precisaram tomar drogas para conseguirem praticar perversões sexuais (a "liberação sexual"). Com isso veio Woodstock e o protesto contra a guerra do Vietnã. Os jovens e os transviados serviriam como combustível para o motor da nova revolução marxista.
NO BRASIL...
Em 1964, o Brasil era um país muito conservador, com uma sociedade capaz de realizar a Marcha da Família com Deus pela Liberdade em protesto contra a iminente revolução de João Goulart, que colocara o país rumo à uma ditadura comunista no estilo cubano.
Com a doutrinação através das novelas da Rede Globo - entre várias outras ocupações de espaços na mídia - isso mudou. Haviam muitos comunistas trabalhando nas Organizações Globo e outros órgãos da grande mídia brasileira. Roberto Marinho reagia contra o regime militar e protegia os comunistas da Globo: "Dos meus comunistas cuido eu." Deles, os mais notáveis - Dias Gomes e Janete Clair - dominaram a década de 70 com suas novelas.
Na biografia de Dias Gomes, "Apenas Um Subversivo" (à venda no Submarino), ele conta que pregou o divórcio - era tabu naquela época - na sua novela "Verão Vermelho" (1970). Na sua segunda novela, "Assim na Terra como no Céu" (1970), ele atacou o celibato clerical. Na novela "Roque Santeiro", em 1975 (mas que foi impedida pelo governo militar), ele atacou o Cristianismo.
Em "Roque Santeiro", o padre Albano (da teologia de libertação) e o padre Hipólito (supostamente conservador) discutem diante da estátua do Roque Santeiro, que havia morrido e se tornado mártir. Sob o protesto de padre Albano, o padre Hipólito vendia santinhos do Roque Santeiro e tentava encobrir o fato de que Roque Santeiro não havia morrido. Esta era a mensagem de Dias Gomes, traduzida: "O Cristianismo cria falsos mitos e é necessário denunciar esses mitos para impedí-los de se aproveitarem do povo."
O governo militar não tinha idéia do marxismo cultural. Mandavam revistar a casa de Dias Gomes em busca de armas e livros ensinando guerrilha e não encontravam nada. Só foram descobrir algo quando, sob escuta telefônica, Dias Gomes explicou o suas intenções ao amigo Nelson Werneck Sodré: "Mas a Censura vai deixar passar?" "... Assim passa. Esses militares são muito burros!" Essa conversa foi descrita no livro de Artur Xexéo, "Janete Clair, a Usineira de Sonhos". Assim que o governo soube da mutreta, a Censura baniu "Roque Santeiro" e justificou: "A novela contém ofensa à moral, à ordem pública e aos bons costumes, bem como achincalhe à Igreja".
O general Golbery do Couto e Silva, com sua "teoria da panela de pressão", foi um dos maiores responsáveis pelas desgraças que acontecem nas universidades brasileiras. "Toda panela de pressão deve ter uma válvula." A válvula que ele deu de bandeja para os marxistas foram as universidades.
Embora houvessem agentes do governo militar assistindo as aulas dos marxistas nas universidades, estes podiam pregar tudo, desde que não tocassem em assunto de luta armada e reforma agrária. Eles tiveram toda a liberdade para falar de aborto, divórcio, sexo livre pois isso não era identificado como marxismo. Hoje as universidades estão completamente desmontadas em termos de cultura cristã, se tornando máquinas anti-cristãs disfarçadas, acusando os conservadores e denunciando sua "moral burguesa" (cristã) e seu "pensamento retrógrado" (cristão).
O politicamente correto é obra marxista. Ele foi criado por eles para tentar convencer as pessoas de que as convicções morais cristãs seriam viciadas e de que seria necessário tornar todo mundo igual.
No 7 de Setembro, uma data que deveria ser de comemoração de patriotismo, a CNBB, parte da igreja brasileira dominada pela Teologia da Libertação, criou o "Grito dos Excluídos". Os "excluídos" são uma categoria criada por Pierre Bourdieu para perpetuar a idéia do conflito de classes.
Em Ibiúna, em 1968, foi realizado um congresso da UNE, sob a liderança dos atuais políticos de esquerda que estão no governo e na oposição. Os marxistas Aldo Rebelo (PC do B), José Serra (PSDB) e José Dirceu (PT), todos eles dos partidos em atual hegemonia, estavam nesse congresso.
No Brasil atual, dominado por este marxismo cultural, praticamente só existem partidos de esquerda. Todos eles tentam impôr e favorecer a sexualidade promíscua, o aborto e o homossexualismo, bem como o conflito racial e a histeria ecológica.
O PT chama o PSDB de direita, mas o PSDB não é direita. Ele está à direita do PT mas ainda é de esquerda. O PSOL acusa o PT e o governo Lula de não serem mais de esquerda, mas isso significa apenas que o PSOL está ainda mais à esquerda do que o PT.
A direita brasileira já não existe mais sob a forma de partidos, mas como os marxistas precisam de um inimigo imaginário, por isso usam o DEM - o antigo PFL, um partido criado para se opor ao regime militar e que foi tomado por oportunistas - como espantalho e saco de pancadas, um partido de oposição medíocre, subserviente e facilmente manipulável.
Essa hegemonia esquerdista é mantida em grande parte graças ao patrulhamento ideológico.
Se alguém ousar denunciar as trapaças dos marxistas, eles usam a tática proposta por Lênin: cair em cima da vítima coletivamente, fazendo inúmeras acusações.
"Você é agente da CIA, você é burguês, você é da elite branca, você é homofóbico, você é um louco" - todas as acusações e calúnias possíveis e imagináveis são usadas tendo como objetivo intimidar as demais pessoas para que elas não ousem concordar com quem denunciou as trapaças dos marxistas culturais.
A meta é fazer com que os outros tenham medo e pensem duas vezes antes de falar ou denunciar as mesmas coisas - esse é o patrulhamento ideológico.
http://pensadoresbrasileiros.blogspot.com/2007/09/marxismo-cultural-anti-cristo.html , 4 de Setembro, 2007
O marxismo cultural faz questão de não ser identificado com o marxismo clássico.
O marxismo cultural não apenas é uma cultura anti-cristã, como também tenta ludibriar as pessoas fazendo passar idéias anti-cristãs como cristãs. Por exemplo, a idéia de paz mundial sem Cristo, simbolizada pelo logotipo da cruz invertida e com os braços quebrados.
A democracia precisa de uma base moral, de respeito mútuo onde possam conviver juntos a esquerda e a direita. Mas devido ao marxismo cultural, as coisas mudaram de tal maneira que o que antes era esquerda, virou centro; o que antes era a ultra-esquerda, virou a esquerda atual; e o que era direita, praticamente desapareceu do cenário político.
O manifesto comunista de Marx convocava os trabalhadores proletários de todo o mundo para que se unissem e se revoltassem contra os grandes proprietários. Sob esse perspectiva, Marx previa um grande conflito em toda a Europa em que os "trabalhadores oprimidos" atacariam os "patrões opressores" segundo os interesses de sua classe econômica.
Contudo, o conflito ocorreu mas não como fora previsto pelos marxistas. A Primeira Grande Guerra começou em 1914 e durou até 1919. O Kaiser alemão dizia "não há mais partidos, somos todos alemães" e trabalhadores se voltaram contra trabalhadores de outros países, cada um defendendo os "interesses de seus patrões".
Em 1917, a revolução bolchevique deu uma esperança aos marxistas, embora todas as outras tentativas de revolução comunista fracassaram.
Em 1919, a revolução Espartacista em Berlin, com Karl Liebknecht, Rosa Luxemburgo, Spartacus, fracassou.
Também em 1919, houve o governo do Soviete de Munich, cujo governo provisório não conseguiu atrair o apoio dos trabalhadores.
Na Hungria, o governo provisório de Bela Kun, do qual participava o filósofo Georg Lucács, também fracassou.
Na Itália houve a revolta sindicalista em Turim, que também fracassou.
Esses fracassos consistiram num grande problema teórico para o marxismo: por que a realidade não segue a teoria? Um cérebro normal rejeitaria a teoria se ela não é compatível com a realidade, mas o cérebro marxista não é normal: se a realidade não confirma a teoria, pior para a realidade!
Antonio Gramsci e Georg Lukács concluíram que teria sido a cultura ocidental que "alienara os proletários e os prevenia de lutarem contra os interesses das outras classes". A Rússia não era "ocidental" o suficiente e, na conclusão deles, por isso a revolução tinha dado certo lá.
A cultura ocidental é sustentada em 3 colunas: o direito romano, a filosofia grega e a moral judaico-cristã.
Para implantar o socialismo no Ocidente, eles concluíram que era preciso acabar com a moral judaico-cristã. Por isso é que o novo marxismo, o marxismo cultural, tem como objetivo destruir a moral judaico-cristã.
No entanto, isto criou um cisma no marxismo. No Ocidente, começou-se a lutar por uma outra espécie de marxismo diferente do marxismo ortodoxo que era praticado no Oriente, por trás da Cortina de Ferro.
O MARXISMO CULTURAL
Maurice Merleau-Ponty, um filósofo francês, cunhou a expressão "marxismo ocidental" para designar esse outro marxismo heterodoxo e herético aos olhos dos comunistas russos. Stalin odiava os comunistas do Ocidente por não aceitarem as ordens de Moscow apesar de também serem marxistas.
Vários filósofos e escritores famosos no Ocidente pertenceram a esse marxismo ocidental. Ernst Bloch (importante influência na revolução estudantil européia), Walter Benjamin, Jean Paul Sartre, Louis Althusser, Jürgen Habermas (que uma vez debateu com o então cardeal Ratzinger).
Em 1923, na Alemanha, foi realizada a Semana de Trabalho Marxista. Filósofos marxistas se reuniram para debater a crise da teoria marxista (por que a realidade não estava seguindo a teoria?) que vinha desde 1919. Nesse encontro, se destacaram Felix Weil e Georg Lukács. Felix Weil vinha de uma família rica e gastou o dinheiro do pai criando e sustentando financeiramente o Instituto Para a Pesquisa Social em Frankfurt em 1924: a famosa Escola de Frankfurt.
Esse grupo tinha como intenção inicial usar o nome "Instituto Marx-Engels", espelhando o instituto de mesmo nome em Moscow, mas decidiram que no Ocidente eles teriam maior vantagem em não se identificar como marxistas. Esse instituto editou o primeiro volume da Edição Geral das Obras de Marx e Engels (MEGA - Marx-Engels-Gesamtausgabe) simultaneamente ao instituto de Moscow.
Esses jovens ricos estudavam a sociedade alemã para descobrir como funcionava o pensamento ocidental e descobrir como destruí-lo. Com a ascenção de Hitler ao poder e sua perseguição aos judeus e aos marxistas, eles fugiram para os Estados Unidos.
Uma das principais características dos marxistas culturais é que eles não querem saber de luta armada, mas querem ocupar espaços para pregar suas doutrinas em universidades, na mídia, nas igrejas ou em qualquer lugar onde haja discurso.
Vários destes pensadores, sem se identificarem como marxistas, se infiltraram e conseguiram lecionar em universidades americanas. Deles, merecem destaque Teodor Adorno, Herbert Marcuse e Max Horkheimer, que foram lecionar na Universidade de Columbia, em Nova York. Horkheimer e Adorno voltaram à Europa depois do fim da Segunda Guerra Mundial e fizeram muitos discípulos. Marcuse trabalhou para a CIA (então chamada de OSS) em projetos de propaganda anti-nazista e depois mudou-se para a Califórnia. Na época em que explodiu a revolução estudantil de 1968, ele lecionava na Universidade de San Diego.
Marcuse influenciou enormemente a cultura do Ocidente, mudando o pensamento marxista ocidental para uma espécie de casamento intelectual entre Marx e Freud. Os marxistas queriam uma revolução e para isso precisavam de gente revoltada. A revolta dos trabalhadores, explorada pelo marxismo clássico, era comprovadamente insuficiente. Era preciso encontrar mais gente revoltada. Marcuse descobriu a juventude e as pessoas reprimidas sexualmente.
O discurso então se tornou: "a sociedade capitalista" - isto é, ocidental - "é uma sociedade repressora. Ela oprime as pessoas, reprimindo-as sexualmente. Você não pode exercer sua sexualidade livremente. Revolte-se!" Eles queriam acabar com a moral cristã mas não confessavam suas intenções.
A pregação marxista passou a defender a liberação da sexualidade, aborto, homossexualismo e divórcio, chamando o casamento monogâmico de "moral burguesa" (codinome para moral cristã).
Erich Fromm, Cornelius Castoriadis (teve papel na revolução estudantil em Paris), Michel Foucault (uma das primeiras vítimas da AIDS por ser drogado e homossexual bastante promíscuo) e Herbert Marcuse foram as maiores influências nas universidades. Quando a revolução estudantil de 1968 eclodiu, Marcuse, Foucault, Castoriadis e outros estavam em Paris insuflando os estudantes.
Em Hollywood, os marxistas também trabalhavam para acabar com a "moral burguesa". Vinte e poucos deles foram denunciados pelo senador Joseph McCarthy mas ele acabou sendo vítima do patrulhamento ideológico.
Depois da queda do muro de Berlin, o Código Venona foi descoberto nos arquivos da KGB e foi revelado que haviam não apenas vinte, mas mais de cem marxistas trabalhando em Hollywood sob ordens da KGB. O livro "Venona Code" explica esses fatos históricos em detalhes.
Em 1955, Marcuse escreveu "Eros e Civilização", livro muito divulgado nas universidades e que se tornou a "bíblia" da revolução Hippie. Segundo seu discurso, a sociedade capitalista gera a guerra e a repressão sexual, portanto, "faça amor, não faça guerra".
"Paz e amor, bicho!" Para ter coragem de des-reprimir, os jovens, que ainda foram criados em famílias cristãs, precisaram tomar drogas para conseguirem praticar perversões sexuais (a "liberação sexual"). Com isso veio Woodstock e o protesto contra a guerra do Vietnã. Os jovens e os transviados serviriam como combustível para o motor da nova revolução marxista.
NO BRASIL...
Em 1964, o Brasil era um país muito conservador, com uma sociedade capaz de realizar a Marcha da Família com Deus pela Liberdade em protesto contra a iminente revolução de João Goulart, que colocara o país rumo à uma ditadura comunista no estilo cubano.
Com a doutrinação através das novelas da Rede Globo - entre várias outras ocupações de espaços na mídia - isso mudou. Haviam muitos comunistas trabalhando nas Organizações Globo e outros órgãos da grande mídia brasileira. Roberto Marinho reagia contra o regime militar e protegia os comunistas da Globo: "Dos meus comunistas cuido eu." Deles, os mais notáveis - Dias Gomes e Janete Clair - dominaram a década de 70 com suas novelas.
Na biografia de Dias Gomes, "Apenas Um Subversivo" (à venda no Submarino), ele conta que pregou o divórcio - era tabu naquela época - na sua novela "Verão Vermelho" (1970). Na sua segunda novela, "Assim na Terra como no Céu" (1970), ele atacou o celibato clerical. Na novela "Roque Santeiro", em 1975 (mas que foi impedida pelo governo militar), ele atacou o Cristianismo.
Em "Roque Santeiro", o padre Albano (da teologia de libertação) e o padre Hipólito (supostamente conservador) discutem diante da estátua do Roque Santeiro, que havia morrido e se tornado mártir. Sob o protesto de padre Albano, o padre Hipólito vendia santinhos do Roque Santeiro e tentava encobrir o fato de que Roque Santeiro não havia morrido. Esta era a mensagem de Dias Gomes, traduzida: "O Cristianismo cria falsos mitos e é necessário denunciar esses mitos para impedí-los de se aproveitarem do povo."
O governo militar não tinha idéia do marxismo cultural. Mandavam revistar a casa de Dias Gomes em busca de armas e livros ensinando guerrilha e não encontravam nada. Só foram descobrir algo quando, sob escuta telefônica, Dias Gomes explicou o suas intenções ao amigo Nelson Werneck Sodré: "Mas a Censura vai deixar passar?" "... Assim passa. Esses militares são muito burros!" Essa conversa foi descrita no livro de Artur Xexéo, "Janete Clair, a Usineira de Sonhos". Assim que o governo soube da mutreta, a Censura baniu "Roque Santeiro" e justificou: "A novela contém ofensa à moral, à ordem pública e aos bons costumes, bem como achincalhe à Igreja".
O general Golbery do Couto e Silva, com sua "teoria da panela de pressão", foi um dos maiores responsáveis pelas desgraças que acontecem nas universidades brasileiras. "Toda panela de pressão deve ter uma válvula." A válvula que ele deu de bandeja para os marxistas foram as universidades.
Embora houvessem agentes do governo militar assistindo as aulas dos marxistas nas universidades, estes podiam pregar tudo, desde que não tocassem em assunto de luta armada e reforma agrária. Eles tiveram toda a liberdade para falar de aborto, divórcio, sexo livre pois isso não era identificado como marxismo. Hoje as universidades estão completamente desmontadas em termos de cultura cristã, se tornando máquinas anti-cristãs disfarçadas, acusando os conservadores e denunciando sua "moral burguesa" (cristã) e seu "pensamento retrógrado" (cristão).
O politicamente correto é obra marxista. Ele foi criado por eles para tentar convencer as pessoas de que as convicções morais cristãs seriam viciadas e de que seria necessário tornar todo mundo igual.
No 7 de Setembro, uma data que deveria ser de comemoração de patriotismo, a CNBB, parte da igreja brasileira dominada pela Teologia da Libertação, criou o "Grito dos Excluídos". Os "excluídos" são uma categoria criada por Pierre Bourdieu para perpetuar a idéia do conflito de classes.
Em Ibiúna, em 1968, foi realizado um congresso da UNE, sob a liderança dos atuais políticos de esquerda que estão no governo e na oposição. Os marxistas Aldo Rebelo (PC do B), José Serra (PSDB) e José Dirceu (PT), todos eles dos partidos em atual hegemonia, estavam nesse congresso.
No Brasil atual, dominado por este marxismo cultural, praticamente só existem partidos de esquerda. Todos eles tentam impôr e favorecer a sexualidade promíscua, o aborto e o homossexualismo, bem como o conflito racial e a histeria ecológica.
O PT chama o PSDB de direita, mas o PSDB não é direita. Ele está à direita do PT mas ainda é de esquerda. O PSOL acusa o PT e o governo Lula de não serem mais de esquerda, mas isso significa apenas que o PSOL está ainda mais à esquerda do que o PT.
A direita brasileira já não existe mais sob a forma de partidos, mas como os marxistas precisam de um inimigo imaginário, por isso usam o DEM - o antigo PFL, um partido criado para se opor ao regime militar e que foi tomado por oportunistas - como espantalho e saco de pancadas, um partido de oposição medíocre, subserviente e facilmente manipulável.
Essa hegemonia esquerdista é mantida em grande parte graças ao patrulhamento ideológico.
Se alguém ousar denunciar as trapaças dos marxistas, eles usam a tática proposta por Lênin: cair em cima da vítima coletivamente, fazendo inúmeras acusações.
"Você é agente da CIA, você é burguês, você é da elite branca, você é homofóbico, você é um louco" - todas as acusações e calúnias possíveis e imagináveis são usadas tendo como objetivo intimidar as demais pessoas para que elas não ousem concordar com quem denunciou as trapaças dos marxistas culturais.
A meta é fazer com que os outros tenham medo e pensem duas vezes antes de falar ou denunciar as mesmas coisas - esse é o patrulhamento ideológico.
http://pensadoresbrasileiros.blogspot.com/2007/09/marxismo-cultural-anti-cristo.html , 4 de Setembro, 2007
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Conservadorismo, Tradicionalismo e Progresso.
Edson Carlos de Oliveira
Atualmente o que mais coopera para a incompreensão da palavra conservador é a existência de uma tendência "de amar sem restrições o presente, adorar o futuro e votar incondicionalmente o passado ao desprezo e ao ódio", como dizia Plínio Corrêa de Oliveira a respeito da Contra-Revolução. E ela - a tendência - é a tendência-pater, para muitos, do seguinte raciocínio: “o conservadorismo é inimigo do progresso”.
Para alguns, que são mais intuitivos, a palavra conservador representa uma posição, uma instituição ou mesmo um indivíduo qualquer, com modos de ser mais moralizados. Para outros, mais acadêmicos, a palavra é tomada no sentido etimológico, e representaria quem quisesse conservar o estado atual das coisas.
Neste sentido, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, príncipe do Brasil, bisneto do imperador Dom Pedro II, ao fornecer uma entrevista à “A Revista de Portugal”, ressaltou: “quando se fala de conservador há uma idéia de conservar o passado. Quando se fala em tradição fala-se de aprender as lições do passado, analisar as do presente para projetar o futuro. O progresso tem de ser necessariamente tradicionalista. [...] Recusar a tradição é a mesma coisa que fazer tábua rasa de todo o passado”. (nº 11 • Ano 1 • Dezembro 1998)
Ao falar sobre o movimento contra-revolucionário, Plínio Correa de Oliveira escreve que ela é conservadora “se se trata de conservar, do presente, algo que é bom e merece viver”. E não será conservadora quando “se trata de perpetuar a situação híbrida em que nos encontramos, [...] mantendo-nos imóveis como uma estátua de sal, à margem do caminho da História e do Tempo, abraçados ao que há de bom e mau em nosso século, procurando assim uma coexistência perpétua e harmônica do bem e do mal”.
Analisando os pensamento do professor Plínio Correa de Oliveira e de Dom Bertrand, conclui-se que devemos conservar do presente algo que é bom e merece viver.
Todo bom conservador deve ser também bom tradicionalista para aprender as lições do passado, analisar as do presente para poder projetar o futuro.
Uma pessoa que por mero amor às formar antigas conserva ritos, estilos ou costumes, sem qualquer apreço pelo doutrina que os gerou, não lhe caberá o rótulo de "tradicionalista", mas sim de arqueologista. Pois, a tradição é viva e não morta.
Para terminar, progressita é uma pessoa que defende o progresso sem tradição. Este modo de ser tem sua origem, freqüentemente, pela mania de novidades, a que se referia Leão XIII, nas palavras iniciais da Encíclica Rerum Novarum.
Atualmente o que mais coopera para a incompreensão da palavra conservador é a existência de uma tendência "de amar sem restrições o presente, adorar o futuro e votar incondicionalmente o passado ao desprezo e ao ódio", como dizia Plínio Corrêa de Oliveira a respeito da Contra-Revolução. E ela - a tendência - é a tendência-pater, para muitos, do seguinte raciocínio: “o conservadorismo é inimigo do progresso”.
Para alguns, que são mais intuitivos, a palavra conservador representa uma posição, uma instituição ou mesmo um indivíduo qualquer, com modos de ser mais moralizados. Para outros, mais acadêmicos, a palavra é tomada no sentido etimológico, e representaria quem quisesse conservar o estado atual das coisas.
Neste sentido, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, príncipe do Brasil, bisneto do imperador Dom Pedro II, ao fornecer uma entrevista à “A Revista de Portugal”, ressaltou: “quando se fala de conservador há uma idéia de conservar o passado. Quando se fala em tradição fala-se de aprender as lições do passado, analisar as do presente para projetar o futuro. O progresso tem de ser necessariamente tradicionalista. [...] Recusar a tradição é a mesma coisa que fazer tábua rasa de todo o passado”. (nº 11 • Ano 1 • Dezembro 1998)
Ao falar sobre o movimento contra-revolucionário, Plínio Correa de Oliveira escreve que ela é conservadora “se se trata de conservar, do presente, algo que é bom e merece viver”. E não será conservadora quando “se trata de perpetuar a situação híbrida em que nos encontramos, [...] mantendo-nos imóveis como uma estátua de sal, à margem do caminho da História e do Tempo, abraçados ao que há de bom e mau em nosso século, procurando assim uma coexistência perpétua e harmônica do bem e do mal”.
Analisando os pensamento do professor Plínio Correa de Oliveira e de Dom Bertrand, conclui-se que devemos conservar do presente algo que é bom e merece viver.
Todo bom conservador deve ser também bom tradicionalista para aprender as lições do passado, analisar as do presente para poder projetar o futuro.
Uma pessoa que por mero amor às formar antigas conserva ritos, estilos ou costumes, sem qualquer apreço pelo doutrina que os gerou, não lhe caberá o rótulo de "tradicionalista", mas sim de arqueologista. Pois, a tradição é viva e não morta.
Para terminar, progressita é uma pessoa que defende o progresso sem tradição. Este modo de ser tem sua origem, freqüentemente, pela mania de novidades, a que se referia Leão XIII, nas palavras iniciais da Encíclica Rerum Novarum.
O conservadorismo e o progresso
Em seu livro O Eros e a Civilização de Hebert Marcuse é afirmado que o sacrifício metódico da libido, a sua sujeição rigidamente imposta às atividades e expressões socialmente úteis, é cultura. E com ela ocorreu o progresso da civilização.
A livre gratificação das necessidades instintivas do homem é incompatível com a sociedade civilizada: renúncia e dilação na satisfação constituem pré-requisitos do progresso.
Controlar seus instintos e agir como uma pessoa civilizada, chamado pelos liberais de retrogrado, é que permitiu o progresso.
Um conservador é uma pessoa que admira a ordem e é um amante do conhecimento. Já os liberais são admiradores do hedonismo que se dedicam pouco ao conhecimento e mais aos seus fúteis prazeres.
A livre gratificação das necessidades instintivas do homem é incompatível com a sociedade civilizada: renúncia e dilação na satisfação constituem pré-requisitos do progresso.
Controlar seus instintos e agir como uma pessoa civilizada, chamado pelos liberais de retrogrado, é que permitiu o progresso.
Um conservador é uma pessoa que admira a ordem e é um amante do conhecimento. Já os liberais são admiradores do hedonismo que se dedicam pouco ao conhecimento e mais aos seus fúteis prazeres.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
A esquerda e o golpe
A esquerda que nos anos 60, 70 e 80 tentou pela via armada tomar o poder nos países latino americanos (e ainda existem grupos terroristas como as FARC, ELN e o Sendero Luminoso) sendo fragorosamente humilhada, exceto em Cuba aonde permanece e na Nicarágua que ficou 10 anos no poder, mas acabaram saindo.
A esquerda alega que lutava pela democracia, tudo mentira. Eles queriam apenas instalar uma ditadura mais feroz. Fidel Castro derrubou o ditador cubano Fulgêncio batista, apenas para se tornar um ditador.
A esquerda viu que não conseguiria o poder que tanto queria nos países latinos pela via armada, então eles mudaram de tática e decidiram usar das vias democráticas como um trampolim para o poder, para então instalar sua tão desejada ditadura comunista.
A esquerda procurou ocultar seu discursos ditatorial e passou a usar de discursos mais democráticos apenas para dar uma aparência diferente do que ela tinha. Mas suas metas continuam sendo as mesmas, instalar uma ditadura comunista.
O mundo viveu crises econômicas no sistema capitalista e a esquerda se utilizou disso para conseguir vencer as eleições. E agora buscam reformar a constituição para se ajustar aos seus propósitos ditatoriais e buscando se consolidar no poder. E o que não falta é justificativa para as mudanças na constituição para fortalecer o poder dos lideres esquerdistas.
Cabe a nós latino americanos não cair nas lábias dos lideres populistas de esquerda para não perdermos nossa tão desejada liberdade.
A esquerda alega que lutava pela democracia, tudo mentira. Eles queriam apenas instalar uma ditadura mais feroz. Fidel Castro derrubou o ditador cubano Fulgêncio batista, apenas para se tornar um ditador.
A esquerda viu que não conseguiria o poder que tanto queria nos países latinos pela via armada, então eles mudaram de tática e decidiram usar das vias democráticas como um trampolim para o poder, para então instalar sua tão desejada ditadura comunista.
A esquerda procurou ocultar seu discursos ditatorial e passou a usar de discursos mais democráticos apenas para dar uma aparência diferente do que ela tinha. Mas suas metas continuam sendo as mesmas, instalar uma ditadura comunista.
O mundo viveu crises econômicas no sistema capitalista e a esquerda se utilizou disso para conseguir vencer as eleições. E agora buscam reformar a constituição para se ajustar aos seus propósitos ditatoriais e buscando se consolidar no poder. E o que não falta é justificativa para as mudanças na constituição para fortalecer o poder dos lideres esquerdistas.
Cabe a nós latino americanos não cair nas lábias dos lideres populistas de esquerda para não perdermos nossa tão desejada liberdade.
Desarmamento do cidadão: mania das ditaduras
22.Nov.2008
No dia 23 de outubro de 2005, por obra e graça de S.Exa., o sr. Lula da Silva, líder do PT, partido confessadamente de esquerda, num arroubo de preocupação com a segurança física do seu povo, fez realizar um plebiscito, com o intuito primordial e inconfessável de desarmar o cidadão honesto que trabalha, produz e paga imposto.
Em 2005, véspera das eleições em que foi reeleito (2006), para o período de 2007/2010, no auge do mensalão, manipulando um Congresso contaminado pela corrupção, precavido, inseguro e mau intencionado, S.Exa. o sr. Lula, louvando-se na história das ditaduras nefastas, aprendeu que o desarmamento da população é indispensável, quando se governa com segundas intenções. Realizou, assim, o plebiscito do desarmamento. É certo que queria mais, porém o mensalão era suficiente para comprar somente o que conseguiu.
Desde então, o que assistimos é a facilidade dos bandidos em conseguir e portar armas de fogo, prática vedada a quem é honesto. Cidadãos úteis ao país, com formação superior, engajados no dia-a-dia do progresso nacional, chefes de família, cumpridores de todos os deveres constitucionais, pagadores de impostos e geradores de postos de trabalho, são friamente assassinados por bandidos armados, freqüentadores assíduos das delegacias de polícia, ou por pivetes criados longe das escolas, imunes a ação da lei, defumados pela fumaça da maconha e do craque.
Em todas ocorrências policiais – ou em quase todas que envolvem assassinatos por motivos fúteis, latrocínio e outras barbaridades inconcebíveis– o bandido apresenta-se acompanhado de advogado, é ouvido(às vezes diz que só fala em juízo) e liberado, beneficiado pelo ócio da segurança pública e pela reiterada indiferença do governo, fabricante contumaz de estatísticas enganosas. Na verdade todos constatamos e sentimos na pele, que o crime recrudesce com volúpia incontrolável. A sociedade está absolutamente desamparada! Estupefata e assustada, famílias inteiras mantém-se trancafiada em casa, onde também estão chegando os bandidos, traumatizando pessoas adultas e crianças.
Ao governo, pela omissão criminosa, interessa o caos; ao Congresso não interessa modernizar o ordenamento jurídico destinado a conter os bandidos; e o judiciário, abarrotado de processos, trabalha com o que tem sem condições de proceder os julgamentos em tempo hábil. Dessa política o único beneficiário é o bandido que, em chusmas, como praga incontrolável, ataca sem tréguas o cidadão que paga a conta, mas é proibido de defender a própria vida, de exercer a legítima defesa. O bandido, sabendo que a vítima está desarmada; que a legislação o favorece; que o trabalho policial é complicado e despreparado; que o judiciário funciona com vistas ao século seguinte; sente-se no paraíso. O bandido conta, ainda, com o assessoramento da turminha dos direitos humanos, e de outras entidades que se preocupam apenas com eles, nunca com as vítimas, ou com as pessoas que dependiam delas para viver.
A revista Veja, edição de 05-l0-2005 à vista do pretendido e depois realizado plebiscito do desarmamento, chamava a atenção dos brasileiros para o fato de que o real e inconfessável motivo para o desarmamento do povo, nada mais era do que cumprir etapa antes já praticada por outras ditaduras, principalmente da esquerda, confira: "O desarmamento da população é historicamente um dos pilares do totalitarismo. Hitler, Stalin, Mussolini, Fidel Castro e Mão Tsé-Tung estão entre os que proibiram o povo de possuir armas."
E a revista continua a desfiar outros motivos, verbis: "Os países que proibiram a venda de armas tiveram aumento da criminalidade e da crueldade dos bandidos." E ainda: "A polícia brasileira é incapaz de garantir a segurança dos cidadãos."; e mais: "A proibição vai alimentar o já fulgurante comércio ilegal de armas."; ainda: "Obviamente, os criminosos não vão obedecer à proibição do comércio de armas."; finalmente: "O referendo desvia a atenção daquilo que deve realmente ser feito: a limpeza e o aparelhamento da polícia, da justiça e das penitenciárias."
Transcrevemos a seguir, alguns comentários contidos no bojo da reportagem enfocada, verbis: "Nas zonas rurais brasileiras, longe dos postos policiais, serve (a arma) para sitiantes e fazendeiros defenderem suas propriedades de assaltos, invasões do MST e dos ataques de animais predadores a seus rebanhos e criações. É por isso, com certeza, que os sem-terra apóiam o desarmamento." Mais; "É o mesmo que atualmente fazem Fidel Castro em Cuba e o coronel Hugo Chávez na Venezuela. "O desarmamento faz parte da filosofia comunista de que toda e qualquer liberdade individual deve ser abolida em benefício do Estado operário.", afirma Ângelo Segrillo, professor de história contemporânea da UFF-RJ."
Finalizando, afirma Eduardo Carlos Bianca Bittar, professor de filosofia e teoria geral do direito da USP, verbis: "O fato de a segurança coletiva ser atribuída ao Estado, no entanto, não elimina o direito a autodefesa do cidadão para preservar a própria vida – o que em determinadas ocasiões chega a ser uma reação instintiva. É por isso que o princípio da "legítima defesa" está presente em quase todos os grandes sistemas de direito do mundo." E arremata o mestre: "A vida é um bem inalienável e o Estado não pode limitar o poder do indivíduo a defendê-la."
Agora, em novembro de 2.008, passados três anos do plebiscito, afora as estatísticas mentirosas do governo e seu patente desinteresse em resolver o problema da segurança pública que se agrava dia a dia, o que você, brasileiro e eleitor, acha?
Acredito que não está achando nada ? Nem os autos das apreensões das armas lavrados pela polícia? Você sabia que quando não é lavrado o auto de apreensão da arma apreendida, o estado fica de fora, o policial fica por dentro e você, cidadão, a mercê do bandido.
O Jornal "O Progresso" de hoje (17.11.2008) traz a manchete: "Três pessoas são assassinadas." Todas abatidas a tiros: Buiú, na Vila Cachoeirinha, com seis tiros; um adolescente com um tiro na cabeça, no Jardim Itália; e Carlão, ex-presidiário, com cinco tiros, também no Jardim Itália. Houve também facadas, assaltos a mão armada com pistola 7.65. Todos esses eventos apenas num fim de semana e na área urbana de Dourados. Percebe-se, também, que há muita munição disponível.
A população carcerária é de alta rotação – ninguém cumpre inteiramente a pena – entra um bandido e sai outro; depois, o que estava sai, e o que saiu entra com mais um colega pela prática de um novo crime. Assim o crime recrudesce descontrolado, e o que não tem faltado são armas de fogo e munição para os bandidos. O cidadão sem a presença da segurança publica e desarmado, vive aterrorizado. Pode?
Poder mesmo não pode, mas enquanto a sociedade organizada não reagir, protestar ou virar a mesa exigindo providências, tudo continuará como dantes no quartel de Abrantes.
Fui claro? Copiou? Então tá!
*Bacharel em ciências jurídicas e sociais. Gaúcho titulado, etc e tal.
http://www.progresso.com.br/not_view.php?not_id=38661
O Objetivo do governo Lula é apenas deixar o cidadão comum indefeso apenas para facilitar situação para a esquerda quando resolverem dar um golpe de Estado. Pois sabem que cidadãos armados irão defender com unhas e dentes seus direitos que a esquerda hipocritamente igmora.
A esquerda que está no poder é a mesma esquerda golpista que nos anos 60 e 70 queriam mediante o terrorismo instalar aqui no Brasil uma ditadura aos moldes soviéticos. Eles mudaram o discurso um pouco para dar um tom de democraticos, mas as ações deles mostram que eles continuam o mesmo e que querem instalar no Brasil uma ditadura comunista.
No dia 23 de outubro de 2005, por obra e graça de S.Exa., o sr. Lula da Silva, líder do PT, partido confessadamente de esquerda, num arroubo de preocupação com a segurança física do seu povo, fez realizar um plebiscito, com o intuito primordial e inconfessável de desarmar o cidadão honesto que trabalha, produz e paga imposto.
Em 2005, véspera das eleições em que foi reeleito (2006), para o período de 2007/2010, no auge do mensalão, manipulando um Congresso contaminado pela corrupção, precavido, inseguro e mau intencionado, S.Exa. o sr. Lula, louvando-se na história das ditaduras nefastas, aprendeu que o desarmamento da população é indispensável, quando se governa com segundas intenções. Realizou, assim, o plebiscito do desarmamento. É certo que queria mais, porém o mensalão era suficiente para comprar somente o que conseguiu.
Desde então, o que assistimos é a facilidade dos bandidos em conseguir e portar armas de fogo, prática vedada a quem é honesto. Cidadãos úteis ao país, com formação superior, engajados no dia-a-dia do progresso nacional, chefes de família, cumpridores de todos os deveres constitucionais, pagadores de impostos e geradores de postos de trabalho, são friamente assassinados por bandidos armados, freqüentadores assíduos das delegacias de polícia, ou por pivetes criados longe das escolas, imunes a ação da lei, defumados pela fumaça da maconha e do craque.
Em todas ocorrências policiais – ou em quase todas que envolvem assassinatos por motivos fúteis, latrocínio e outras barbaridades inconcebíveis– o bandido apresenta-se acompanhado de advogado, é ouvido(às vezes diz que só fala em juízo) e liberado, beneficiado pelo ócio da segurança pública e pela reiterada indiferença do governo, fabricante contumaz de estatísticas enganosas. Na verdade todos constatamos e sentimos na pele, que o crime recrudesce com volúpia incontrolável. A sociedade está absolutamente desamparada! Estupefata e assustada, famílias inteiras mantém-se trancafiada em casa, onde também estão chegando os bandidos, traumatizando pessoas adultas e crianças.
Ao governo, pela omissão criminosa, interessa o caos; ao Congresso não interessa modernizar o ordenamento jurídico destinado a conter os bandidos; e o judiciário, abarrotado de processos, trabalha com o que tem sem condições de proceder os julgamentos em tempo hábil. Dessa política o único beneficiário é o bandido que, em chusmas, como praga incontrolável, ataca sem tréguas o cidadão que paga a conta, mas é proibido de defender a própria vida, de exercer a legítima defesa. O bandido, sabendo que a vítima está desarmada; que a legislação o favorece; que o trabalho policial é complicado e despreparado; que o judiciário funciona com vistas ao século seguinte; sente-se no paraíso. O bandido conta, ainda, com o assessoramento da turminha dos direitos humanos, e de outras entidades que se preocupam apenas com eles, nunca com as vítimas, ou com as pessoas que dependiam delas para viver.
A revista Veja, edição de 05-l0-2005 à vista do pretendido e depois realizado plebiscito do desarmamento, chamava a atenção dos brasileiros para o fato de que o real e inconfessável motivo para o desarmamento do povo, nada mais era do que cumprir etapa antes já praticada por outras ditaduras, principalmente da esquerda, confira: "O desarmamento da população é historicamente um dos pilares do totalitarismo. Hitler, Stalin, Mussolini, Fidel Castro e Mão Tsé-Tung estão entre os que proibiram o povo de possuir armas."
E a revista continua a desfiar outros motivos, verbis: "Os países que proibiram a venda de armas tiveram aumento da criminalidade e da crueldade dos bandidos." E ainda: "A polícia brasileira é incapaz de garantir a segurança dos cidadãos."; e mais: "A proibição vai alimentar o já fulgurante comércio ilegal de armas."; ainda: "Obviamente, os criminosos não vão obedecer à proibição do comércio de armas."; finalmente: "O referendo desvia a atenção daquilo que deve realmente ser feito: a limpeza e o aparelhamento da polícia, da justiça e das penitenciárias."
Transcrevemos a seguir, alguns comentários contidos no bojo da reportagem enfocada, verbis: "Nas zonas rurais brasileiras, longe dos postos policiais, serve (a arma) para sitiantes e fazendeiros defenderem suas propriedades de assaltos, invasões do MST e dos ataques de animais predadores a seus rebanhos e criações. É por isso, com certeza, que os sem-terra apóiam o desarmamento." Mais; "É o mesmo que atualmente fazem Fidel Castro em Cuba e o coronel Hugo Chávez na Venezuela. "O desarmamento faz parte da filosofia comunista de que toda e qualquer liberdade individual deve ser abolida em benefício do Estado operário.", afirma Ângelo Segrillo, professor de história contemporânea da UFF-RJ."
Finalizando, afirma Eduardo Carlos Bianca Bittar, professor de filosofia e teoria geral do direito da USP, verbis: "O fato de a segurança coletiva ser atribuída ao Estado, no entanto, não elimina o direito a autodefesa do cidadão para preservar a própria vida – o que em determinadas ocasiões chega a ser uma reação instintiva. É por isso que o princípio da "legítima defesa" está presente em quase todos os grandes sistemas de direito do mundo." E arremata o mestre: "A vida é um bem inalienável e o Estado não pode limitar o poder do indivíduo a defendê-la."
Agora, em novembro de 2.008, passados três anos do plebiscito, afora as estatísticas mentirosas do governo e seu patente desinteresse em resolver o problema da segurança pública que se agrava dia a dia, o que você, brasileiro e eleitor, acha?
Acredito que não está achando nada ? Nem os autos das apreensões das armas lavrados pela polícia? Você sabia que quando não é lavrado o auto de apreensão da arma apreendida, o estado fica de fora, o policial fica por dentro e você, cidadão, a mercê do bandido.
O Jornal "O Progresso" de hoje (17.11.2008) traz a manchete: "Três pessoas são assassinadas." Todas abatidas a tiros: Buiú, na Vila Cachoeirinha, com seis tiros; um adolescente com um tiro na cabeça, no Jardim Itália; e Carlão, ex-presidiário, com cinco tiros, também no Jardim Itália. Houve também facadas, assaltos a mão armada com pistola 7.65. Todos esses eventos apenas num fim de semana e na área urbana de Dourados. Percebe-se, também, que há muita munição disponível.
A população carcerária é de alta rotação – ninguém cumpre inteiramente a pena – entra um bandido e sai outro; depois, o que estava sai, e o que saiu entra com mais um colega pela prática de um novo crime. Assim o crime recrudesce descontrolado, e o que não tem faltado são armas de fogo e munição para os bandidos. O cidadão sem a presença da segurança publica e desarmado, vive aterrorizado. Pode?
Poder mesmo não pode, mas enquanto a sociedade organizada não reagir, protestar ou virar a mesa exigindo providências, tudo continuará como dantes no quartel de Abrantes.
Fui claro? Copiou? Então tá!
*Bacharel em ciências jurídicas e sociais. Gaúcho titulado, etc e tal.
http://www.progresso.com.br/not_view.php?not_id=38661
O Objetivo do governo Lula é apenas deixar o cidadão comum indefeso apenas para facilitar situação para a esquerda quando resolverem dar um golpe de Estado. Pois sabem que cidadãos armados irão defender com unhas e dentes seus direitos que a esquerda hipocritamente igmora.
A esquerda que está no poder é a mesma esquerda golpista que nos anos 60 e 70 queriam mediante o terrorismo instalar aqui no Brasil uma ditadura aos moldes soviéticos. Eles mudaram o discurso um pouco para dar um tom de democraticos, mas as ações deles mostram que eles continuam o mesmo e que querem instalar no Brasil uma ditadura comunista.
Hugo Chavez mostra sua verdadeira vocação
Oposição considera reeleição de Hugo Chávez um insulto
02/12/2008 19:55
O líder opositor venezuelano Manuel Rosales disse nesta terça-feira que a possibilidade de reeleição do presidente Hugo Chávez é um insulto, tendo em vista os problemas nacionais. Nos últimos dias, Chávez voltou a questionar a necessidade de um referendo que permita a reeleição ilimitada.
"É um insulto para as pessoas a realização de uma nova campanha eleitoral. A coletividade está cheia de tantos problemas", disse Rosales em entrevista a TV local, "Unión Radio", de Caracas. Uma semana após a realização de eleições nas quais foram renovados 603 cargos municipais e regionais --a maioria vencida por candidatos do presidente venezuelano-- Hugo Chávez voltou a questionar a necessidade de uma mudança na Constituição.
Até a semana passada, o governador de Zulia e agora prefeito de Maracaibo, pediu à oposição para "não fazer o jogo" de Chávez e "construir um discurso alternativo" que ofereça "respostas aos problemas da população".
Ontem, o presidente venezuelano ordenou aos simpatizantes do PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela), do qual é líder, a começar nova campanha para conseguir uma emenda constitucional que lhe permita se candidatar nas eleições presidenciais de dezembro de 2012.
Com o pedido, Chávez quebrou a promessa de que respeitaria o resultado do referendo de dezembro do ano passado, quando sua proposta de reforma constitucional --que incluía a possibilidade de uma nova reeleição- foi rejeitada pela maioria da população.
Chávez já foi reeleito no período permitido pela atual Constituição. Dessa forma, caso não se aprova uma reforma do texto, o presidente precisará deixar o cargo quando terminar seu atual mandato, em janeiro de 2013.
http://www.midiamax.com/view.php?mat_id=351887
Hugo Chávez como um bom esquerdista não admira em nada a democracia, sendo o real objetivo dele apenas querer se perpetuar no poder. Usando de qualquer expediente para isso. Chávez garante que irá lutar para manter a revolução Bolivariana, quando na verdade ele vai lutar é seu pelo projeto de poder como fazem seus comparsas Evo Morales e Rafel Corrêa. Chávz disse que luta pelo povo,mentira, uma vez que a qualidade de vida na Venezuela tem piorado com ele.
Nada pior do que ficar no poder indefinidamente, pois mais cedo ou mais tarde se abusa dele.
02/12/2008 19:55
O líder opositor venezuelano Manuel Rosales disse nesta terça-feira que a possibilidade de reeleição do presidente Hugo Chávez é um insulto, tendo em vista os problemas nacionais. Nos últimos dias, Chávez voltou a questionar a necessidade de um referendo que permita a reeleição ilimitada.
"É um insulto para as pessoas a realização de uma nova campanha eleitoral. A coletividade está cheia de tantos problemas", disse Rosales em entrevista a TV local, "Unión Radio", de Caracas. Uma semana após a realização de eleições nas quais foram renovados 603 cargos municipais e regionais --a maioria vencida por candidatos do presidente venezuelano-- Hugo Chávez voltou a questionar a necessidade de uma mudança na Constituição.
Até a semana passada, o governador de Zulia e agora prefeito de Maracaibo, pediu à oposição para "não fazer o jogo" de Chávez e "construir um discurso alternativo" que ofereça "respostas aos problemas da população".
Ontem, o presidente venezuelano ordenou aos simpatizantes do PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela), do qual é líder, a começar nova campanha para conseguir uma emenda constitucional que lhe permita se candidatar nas eleições presidenciais de dezembro de 2012.
Com o pedido, Chávez quebrou a promessa de que respeitaria o resultado do referendo de dezembro do ano passado, quando sua proposta de reforma constitucional --que incluía a possibilidade de uma nova reeleição- foi rejeitada pela maioria da população.
Chávez já foi reeleito no período permitido pela atual Constituição. Dessa forma, caso não se aprova uma reforma do texto, o presidente precisará deixar o cargo quando terminar seu atual mandato, em janeiro de 2013.
http://www.midiamax.com/view.php?mat_id=351887
Hugo Chávez como um bom esquerdista não admira em nada a democracia, sendo o real objetivo dele apenas querer se perpetuar no poder. Usando de qualquer expediente para isso. Chávez garante que irá lutar para manter a revolução Bolivariana, quando na verdade ele vai lutar é seu pelo projeto de poder como fazem seus comparsas Evo Morales e Rafel Corrêa. Chávz disse que luta pelo povo,mentira, uma vez que a qualidade de vida na Venezuela tem piorado com ele.
Nada pior do que ficar no poder indefinidamente, pois mais cedo ou mais tarde se abusa dele.
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